Projeto Jogo Justo visa Reduzir Impostos sobre Jogos



Qualquer pessoa que tenha entrado em uma loja para comprar um jogo já deve ter notado nos preços salgados do mercado. Muitas vezes escolhendo um ou dois jogos, no máximo, para que a conta não dê muito cara. Mas e se uma expansão que hoje custa R$: 69,90 tivesse seu preço reajustado para R$: 45,50? É essa a sugestão de um novo projeto que está sendo encaminhado para o congresso e de um abaixo-assinado que promove a redução dos famosos impostos.

O projeto Jogo Justo tem como objetivo abater os quatro impostos que recaem sobre produtos de videogames: IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), II (Imposto de Importação), PIS/CONFINS (impostos sociais) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Os quatro impostos encarecem e prejudicam as vendas de produtos, tal ação não só estimularia o comércio interno e externo como também diminuiria consideravelmente a pirataria que todos conhecemos. No México houve ação semelhante no que resultou em um aumento de oito vezes nas vendas de produtos relacionados.

Não apenas para os jogos de computador, mas também para os consoles como: Playstation 3, Xbox 360 e Nintendo Wii (campeões em preços altos pela alta-tecnologia), seus preços teriam grandes cortes. Em estimativas um produto que hoje custa R$: 249,00 poderia custar (depois da redução nos impostos) R$: 129,00. O estimulo na industria nacional de jogos também seria grande, prometendo grandes avanços em uma área que perde muito para a exterior.

Como dito antes, além do projeto, há a campanha na internet (Imposto Justo para Videogames) que visa o recolhimento de assinaturas para o projeto de lei 300/07, que engloba apenas os títulos nacionais (produzidos no Brasil). Sua assinatura pode ajudar a campanha e abrir caminho para projetos mais abrangentes em relação a produtos de videogames.

Iniciativas nacionais que promovem o interesse dos grandes amantes de videogames e jogos, políticas que trazem vantagens em relação a pirataria e ao comércio legal de grandes fabricantes e lojas que vendem seus produtos. Entre na campanha e lute por seus direitos de poder pagar um preço justo por algo que hoje não faz tanto sentido.
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